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Programador Android na Unijuí, acadêmico do curso de Ciência da Computação na Unijui, adoro Linux, software livre em geral, tecnologias novas, e aprender coisas novas.

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Pablo José Pavan é Bacharelando em Ciência da Computação pela Unijuí, com conclusão prevista para 2017. Estagiário no DCEEng – Unijuí, bolsista de extensão Pibex/Unijuí.

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O arquivo fsab

Olá amigos;

Faz já uns 3 anos que comprei um SSD para meu notebook, um Corsair Force GT de 120 Gb. Então, aposentei o HD  de 500Gb que meu note tinha. Entretanto, é uma bela diferença de espaço, e sempre precisei fazer contorcionismos para manter o que realmente é importante no note, e no HD de 500Gb, fazia uns backups.

Então decidi comprar um daqueles drivers que você coloca no lugar do leitor de CD/DVD (já que o meu não funcionava mais mesmo), e dentro dele coloquei o HD de 500Gb que estava em um case externo. Estes drivers você acha facilmente no mercado livre por exemplo.

Colocado o HD, hora de ligar o note, e reparei que o linux (Fedora no meu caso) não montou o HD automaticamente. Lembrei na hora da minha prova da LPI, que questionava alguns detalhes do arquivo /etc/fstab. É neste arquivo que tenho que fazer as mudanças, então mãos à obra.

Primeiramente, temos que ter certeza que o linux reconheceu o hd, para isso puxe o terminal e digite:


sudo fdisk -l

Vai listar pra você os discos presentes no teu sistema. O resultado será algo como a imagem abaixo:

Captura de tela de 2016-01-28 17-33-34

Como podemos observar, o primeiro drive é o SSD de 120Gb, segundo, o HD de 500Gb.

Agora, precisamos descobrir o ‘UUID’ do disco de 500Gb. Para isso, usamos o comado ‘blkid’ fornecendo o caminho do disco. Vejamos:


sudo blkid /dev/sdb1

E o resultado será algo assim:


dev/sdb1: LABEL="Eder" UUID="A21E0B921E0B5EA3" TYPE="ntfs" PARTUUID="000a5466-01"

Como podemos observar, ele nos forneceu além do UUID, o tipo de sistema de arquivos, neste caso NTFS. Irei deixar NTFS por outros motivos.

Agora, criamos um diretório onde o linux vai montar o hd, no meu caso, criei uma pasta em /home/eder chamada 500Gb.

Então, agora é hora de editarmos o arquivo fstab.


sudo vim /etc/fstab

Dentro do arquivo, adicione uma linha no final, deixando assim:

UUID=A21E0B921E0B5EA3 /home/eder/500G ntfs defaults 0 0

Muita calma nesta hora. Se você fornecer algum parâmetro errado, o linux simplesmente não vai iniciar mais, e dá uma dorzinha de cabeça pra ajeitar (já fiz isso em um servidor de testes, foi bem divertido).

Naturalmente, você deve substituir o UUID do seu HD, bem como o diretório que você deseja. Inicialmente, fornecemos o UUID, depois o caminho que será montado, depois o tipo de sistema de arquivos. Depois temos o ‘defaults’, o ‘0’, e outro ‘0’.

Vamos explicar:

defaults: Usa as opções padrão: rw, suid, dev, exec, auto, nouser, e async.

O primeiro zero determina se o dispositivo deverá ser considerado pelo comando dump. Se ausente, 0 é considerado, ou 1 é pra ser considerado pelo dump.

O segundo zero, determina a ordem da checagem feita pelo fsck durante a inicialização. Para a partição raiz, deve ser 1; se ausente, 0 é presumido e a checagem não é feita no boot.

Bom, feito isso, é hora de testar tudo. Não é necessário reiniciar o pc, basta rodarmos o:


sudo mount -a

que ele vai ler novamente o arquivo fstab e tentar montar o que ainda não está.

Se tudo der certo, navegue até a pasta que você decidiu montar o hd, e dê um simples ‘ls’. Se aparecerem os arquivos, tudo certo. Senão, revise os passos, você deve ter esquecido de algo.

Até mais.

Postgresql 9.5 lançado!

Pessoal, postgresql versão 9.5 lançado hoje. Você pode olhar o release notes aqui.

Bora instalar? Se você, assim como eu usa linux, certamente não terá o teu repositório atualizado, então faça o seguinte. Visite esta página http://www.postgresql.org/download/, clique em RedHat (eu uso o fedora), depois clique em repository RPM listing (link: http://yum.postgresql.org/repopackages.php), depois na seção PostgreSQL 9.5, clique na versão do seu fedora (no meu caso, Fedora 23 x86_64). Vai baixar um arquivo rpm.

Agora, puxe o terminal, e navegue até a pasta do download (normalmente a home do usuário). Digite:

sudo rpm -ihv pgdg-fedora95-9.5-3.noarch.rpm

Colocamos o repositório, agora precisamos fazer o fedora entender que tem um repo novo, então:

sudo dnf check-update

Depois:

dnf search postgresql | grep -i server

Instale os pacotes referidos:

sudo dnf install postgresql95.x86_64 postgresql95-libs.x86_64 postgresql95-server.x86_64 -y

Feito isso, inicializamos o cluster:


/usr/pgsql-9.5/bin/postgresql95-setup initdb

Depois…


systemctl start postgresql-9.5

Ah, colocamos na inicialização do fedora:


systemctl enable postgresql-9.5

Pra testar, vamos editar o pg_hba.conf e habilitar o acesso sem senha do localhost:


vim /var/lib/pgsql/9.5/data/pg_hba.conf

Edite a linha, conforme a imagem abaixo, deixando como trust. Uma boa lida neste arquivo clareia as idéias, se tiver tempo, faça isso.

Captura de tela de 2016-01-07 20-31-25

 

Feito isso, é hora de reiniciar o servidor, e tentar conectar, então:


systemctl restart postgresql-9.5

psql -U postgres

Feito!

Postgresql 9.5 instalado e rodando.

LaTeX – Início

Opa,

Começando hoje uma serie de postagens falando sobre o LaTeX, e para a primeira postagem, vou começar falando o que é LaTeX, vamos lá.

LaTeX é um conjunto de macros, criado para o diagramador de texto TeX, esse amplamente utilizado para produções cientificas e matemáticas. Suas principais vantagens em relação a editores convencionais, tais como Libre Office Write ou Microsoft Office Word, é que você não se preocupa com aparência final do texto, isso fica encarregado do algoritmo do TeX, que diagrama o texto com o formato do template utilizado. Sua atenção fica voltada somente para o texto. Desvantagens de se utilizar LaTeX é que o seu pensamento deve ser mais lógico, pois se utiliza comandos para organizar o texto.

Vamos por a mão na massa e instalar o LaTeX na sua maquina com distribuições baseadas em Debian, então abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt-get install texlive -y

Eu prefiro instalar com todas as bibliotecas, se você preferir use esse comando ao invés do anterior:

sudo apt-get install texlive-full -y

Para distribuições baseadas Red Hat Enterprise, utilize o seguinte comando:

sudo yum install texlive-full -y

No próximo post, irei mostrar um exemplo simples de um arquivo LaTeX e como criar um arquivo makefile, para auxiliar na compilação, que gera um pdf do arquivo tex.

Arduíno

Opa,

Arduino_Uno_-_R3

 

Arduino é uma placa de controle de entrada de dados (IN), por exemplo sensores,e saída de dados (OUT), por exemplo atuadores, com é o caso de motores e leds.

ATMega328PwB_MED

 

O Arduino utiliza um microcontrolador da Atmel, que nas maiorias das versões trabalha com 16MHZ de clock.
Possui 32Kb de memória flash.
2Kb de memória ram.

 

O Arduino utiliza uma linguagem C/C++, em uma IDE JAVA baseada no Processing e Wiring.

IDE-Arduino

Como exemplo de código, vou colocar o mais básico, o Blink, código esse que faz piscar um LED.

// define LED_PIN 13
int LED_PIN = 13;
void setup() {
pinMode (LED_PIN, OUTPUT)// habilita o pino 13 para saída digital (OUTPUT).
}
void loop() {
digitalWrite(LED_PIN, HIGH)// liga o LED.
delay(1000); // espera 1 segundo (1000 milissegundos).
digitalWrite(LED_PIN, LOW)// desliga o LED.
delay(1000); // espera 1 segundo.
}

Essa é uma breve introdução, nas próximas postagem, vou detalhar mais a fundo o funcionamento da placa e trazer novos exemplos de codigos.
Segue link do site oficial.

Terminal Linux – Teclas de atalhos

Opa,

Para que você possa aumentar sua produtividade no terminal e talvez salvar sua vida, segue uma lista de atalhos no teclado:

Movendo o cursor:

Ctrl + A Ir para o início da linha (Home)
Ctrl + E ir para o fim da linha (Fim)
Ctrl + P comando Anterior (seta para cima)
Ctrl + N Próximo comando (Seta para baixo)
Alt + B Voltar (esquerda) uma palavra
Alt + F Avançado (direita) uma palavra
Ctrl + F Encaminhar um caractere
Ctrl + B Backward um caractere
Ctrl + XX Alternar entre o início da linha e posição atual do cursor

Edição:

Ctrl + L limpar a tela, semelhante ao comando clear
Alt + D Exclui a palavra após o cursor
Ctrl + D Eliminar carácter sob o cursor
Ctrl + H Excluir caractere antes do cursor (retrocesso)
Ctrl + W Cut o Word antes de o cursor para a área de transferência
Ctrl + K cortar a linha após o cursor para a área de transferência
Ctrl + U Corte / apagar a linha antes da posição do cursor
Alt + T de Swap palavra atual anterior
Ctrl + T Troque os dois últimos caracteres antes do cursor (typo)
Esc + T Troque as duas últimas palavras antes do cursor.
Ctrl + Y Cole a última coisa a ser cortada
Alt + U upper case cada letra a partir do cursor até o final da palavra atual
Alt + L lower case de todas as letras do cursor até o final da palavra atual
Alt + C Capitalizar o carácter sob o cursor e mover para o fim da palavra
Alt + R cancelar as alterações e colocar de volta a linha como era na história (reverter)
Ctrl + _  Anular
TAB conclusão para nomes de arquivos / diretórios

Histórico:

Ctrl + R Lembre-se o último comando, incluindo o caractere especificado (s) pesquisa o histórico de comandos enquanto você digita. Equivalente a: vim ~ / .bash_history
Ctrl + P comando anterior na história (ou seja, caminhar de volta através da história de comando)
Ctrl + N Próximo comando na história (ou seja, andar para a frente através do histórico de comandos)
Alt + . Use a última palavra do comando anterior
Ctrl + S Volte para o próximo comando mais recente. (cuidado para não executá-lo a partir de um terminal, porque isso também vai lançar o seu XOFF).
Ctrl + O Execute o comando encontrado via Ctrl + R ou Ctrl + S
Ctrl + G Escape from modo de procura história

Controle de processo:

Ctrl + C Interrupção / Matança o que você está executando (SIGINT)
Ctrl + S para a tela (por muito tempo executando comandos verboso)
Ctrl + Q Permitir saída para a tela (se já parou de usar comando acima)
Ctrl + D Enviar um marcador EOF, a não ser desativado por uma opção, isso vai fechar o shell atual (EXIT)
Ctrl + Z Enviar a SIGTSTP sinal para a tarefa atual, que suspende-lo. Para voltar a ele mais tarde entrar fg ‘nome do processo’ (primeiro plano)

Se você conhece mais algum, comenta ai!

Espero ter ajudado.

a+

Utilizando Screen e criando Alias

Opa,
Começando instalando o screen(sudo apt-get install screen), uma ferramenta quando se trabalha sem interface gráfica, com ela você tem a possibilidade de ter varias seções de terminais(virtuais), com diferentes tarefas (muito útil com ssh) fora outras vantagens.
Só tem um problema (eu acho) que os comandos sempre vem com screen antes ( screen -r, screen -x, screen -ls …) para saber mais utilize o man (hahaaha).
Para resolver esse problema eu utilizei o comando ALIAS. Esse comando, é bem simples, deixa você criar atalhos para outros comandos(codinomes, como o próprio nome diz).
Com base nisso criei uma lista de alias, que acredito ser úteis.

alias install=’sudo apt-get install’
alias remove=’sudo apt-get remove’
alias search=’sudo apt-cache search’
alias update=’sudo apt-get update’
alias upgrade=’sudo apt-get upgrade’
alias s=’screen’
alias sls=’screen -ls’
alias sr=’screen -r’
alias sx=’screen -x’

Pra você criar eles, em que todos os usuários da maquina, tenham acesso, tem se o seguinte, primeiramente vamos abrir o terminal e em seguida abrir esse arquivo com permissão de super usuário (com o seu editor preferido, ou o que você saiba usar!!) /etc/bash.bashrc, no meu caso eu usei o comando : sudo nano /etc/bash.bashrc.
Após abrir o arquivo, vamos no final(pode ser onde quiser, achei que no final fica melhor de achar depois) dele e colamos os alias, após salve o arquivo e feche o terminal. Novamente abra o terminal, e execute o comando: alias, devera aparecer a lista de seus atalho (precisa reiniciar o terminal, se não, não vai parecer os alias criados).

Outra coisa importante, é que você pode criar alias, simplesmente digitando o comando no terminal (ex.alias install=’sudo apt-get install’). Só que com isso ele vai ficar restrito ao seu usuário.
Para remover pelo terminal utilize unalias mais nome do alias (ex. unalias install).

Olha era isso, tomara que seja útil pra alguém, como é pra mim.
(criticas do texto, cai bem!)

Diodo

O diodo é um componente elétrico que permite que a corrente atravesse-o somente em um sentido.

diodo diodo

 

Existe vários tipos de diodos. Na próxima imagem, temos os tipos e a suas simbologias

tipos

Como pode se ver acima o LED também é um diodo, só que sua função é emitir luz.

led

Tabela com a cor do led, sua tensão de trabalho e corrente.

tabela_leds

a+

 

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